• Os achados feitos nas escavações, nomeadamente o notável conjunto de mármores esculpidos, que decoravam a parede da villa, podem ser apreciados no Museu do Rabaçal, instalado na Aldeia do Rabaçal

  • Museu do Rabaçal, com exposição permanente.

    Horário de Funcionamento:

    Terça a Domingo das 11h às 13h e das 14h às 18h

  • Miradouro de Chanca, dotado de painel explicativo sobre diferentes pontos de interesse na paisagem, constituindo-se como um olhar sobre diferentes tempos de ocupação.


 

 

 

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Circuito da Romanização Versão para impressão Enviar por E-mail

Graças à colaboração entre várias instituições é possível visitar algumas estações arqueológicas de grande interesse que perten­ceram ao antigo território de Conimbriga.

 

HORAS DE VISITA

ALCABIDEQUE > visita livre

RABAÇAL > 3a a Domingo, 10h-17h

SANTIAGO DA GUARDA > 3a a Domingo, 10h-17h

 

 

 

Conimbriga

Conimbriga, povoado pré-romano de grande antiguidade (finais do II Milénio a.C.) conservou muitos vestígios do seu urbanismo primitivo.

Parte das condicionantes desse urbanismo eram naturais, como a profunda garganta do Rio dos Mouros, a Sul, canhão de origem fluvio-cárstica de formação milenar, que se prolonga par­cialmente para o vale Norte, sob a aldeia de Condeixa-a-Velha.

No terreno plano assim delimitado, favorecido ao longo das Idades do Bronze e do Ferro por essas condições naturais de defesa, estabeleceu-se um padrão de divisão de quarteirões urba­nos de forma irregular que se manteria ao longo do período romano e visigótico, independentemente dos muitos e variados programas urbanísticos a que a cidade assistiu.

Actualmente a cidade está escavada em cerca de 15% da sua máxima extensão, o que permite apreciar parte deste fenómeno.

Nada sobreviveu das antigas muralhas pré-romanas de Conimbriga.

Actualmente, podemos reconstituir a máxima extensão da cidade, atingida em meados do século I d.C., devido aos troços conservados da muralha alto-imperial. Esta era uma construção cuja altura original não conhecemos mas que não seria muito ele­vada, com uma espessura média ligeiramente inferior a 2 m, aberta nas principais vias de acesso por portas de que uma se conhece em planta com algum pormenor. Foi alvo de uma remo­delação arquitectónica no período flávio-trajânico (de 69 a 117), como outros monumentos da cidade.

 

Mais informação

 

 

 

Alcabideque

 

O aqueduto de Conimbriga foi uma das primeiras e principais obras dos romanos na cidade, desde um primeiro momento pro­jectado para alimentar as termas da cidade. Não se tratando de uma obra monumental vencendo grandes vales, como a imagem clássica do aqueduto romano, o aqueduto de Conimbriga é uma impressionante obra de engenharia. Levar a água do manancial de Alcabideque até Conimbriga (c. 4000 m) na sua majoritária extensão através de um túnel, que aflorao num ou noutro ponto sob a forma de um muro exento, num trabalho de precisão topo­gráfica digna de realce.

 

A mãe de água de Alcabideque é uma exsurgência natural muito rica, que foi pelos romanos transformada num tanque cê planta semi-circular. Num dos extremos do semicírculo uma torre protegia um poço de decantação, a meia altura do qual partia o aqueduto (a implantação a meia-altura garantia a limpeza da água, pois as impurezas ou flutuavam, ou se precipitavam no fundo do poço, deixando a água limpa a essa altura intermédia).

 

 

Rabaçal

 

A villa romana do Rabaçal (os romanos designavam de villa todas as sedes de explorações agrícolas dispersas no entorno rural das cidades), localizada a cerca de 7 km da cidade, acessível com uma caminhada de cerca de pouco mais de uma hora era o que os romanos designavam como viiía sub-urbana. Por isso mesmo a sua planta era sui generis, não oferecendo todas as fun-cionalidades de uma instalação congénere mais distante do núcleo urbano.

A pars urbana, a parte nobre, reservada ao proprietário, da villa, era centrada num peristilo octogonal, para onde abriam todas as salas incluindo um pequeno conjunto balnear. Este pequeno "palacete" de finais do século IV veio implantar-se numa propriedade agrícola possivelmente mais antiga, de que se conhece (ainda não escavada) a parte dedicada à explora­ção agrícola (pars rústica) e um balneário dedicado aos traba­lhadores.

As escavações que aqui decorrem desde os anos 80 do século XX expuseram um riquíssimo conjunto de mosaicos que. ser.: de uma data imediatamente posterior aqueles que se conhecem em Conimbriga, mostram de uma forma interessantíssima como evoluíram as oficinas de mosaicistas da cidade, quando começa­ram a trabalhar em novas encomendas feitas pelos proprietários destas emergentes explorações agrícolas. Estes mosaicos estão actualmente a ser submetidos a um processo de monitorização do seu estado de conservação para poderem ser, futuramente, expos­tos ao público sob condições adequadas.

Os achados feitos nas escavações, nomeadamente o notávd conjunto de mármores esculpidos que decoravam as paredes da villa, podem ser apreciados no pequeno Museu instalado na aldeia do Rabaçal.

Mais informação

 

 

Santiago da Guarda

 

O paço de Santiago da Guarda, que foi casa dos Condes de Cas­telo Melhor, foi construído à volta de uma torre medieval, do perí­metro defensivo de Coimbra na época da reconquista.

Por razões de coincidência de interesses estratégicos, torre e paço foram localizados na mesma colina onde alguns séculos antes tinha existido uma villa romana.

As escavações de 2001-2004 permitiram expor e integrar na unidade museológica as estruturas da villa e os seus mosaicos.

A planta da pars urbana desta villa, situada numa zona entre três municípios (Sellium-Tomar, Collipo-Batalha e Conimbriga) mostra todos os requintes da sede aristocrática de uma explora­ção agrícola, como uma grande ênfase nos espaços de recepção, utilizados pelo dominus (o senhor da villa) para exercer o seu poder e influência sobre os seus dependentes. As vindas dos con­des a Santiago, no século XVII, não seriam, do ponto de vista ideológico, completamente diferentes.

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