• Os achados feitos nas escavações, nomeadamente o notável conjunto de mármores esculpidos, que decoravam a parede da villa, podem ser apreciados no Museu do Rabaçal, instalado na Aldeia do Rabaçal

  • Museu do Rabaçal, com exposição permanente.

    Horário de Funcionamento:

    Terça a Domingo das 11h às 13h e das 14h às 18h

  • Miradouro de Chanca, dotado de painel explicativo sobre diferentes pontos de interesse na paisagem, constituindo-se como um olhar sobre diferentes tempos de ocupação.


 

 

 

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O azeite é um produto alimentar, usado como tempero, produzido a partir da azeitona, fruto advindo das oliveiras.

A oliveira é uma árvore média, nunca ultrapassa 7 metros de altura, possuindo normalmente um tronco contorcido. Possui casca grossa e ramos delgados. As folhas são alongadas e estreitas, verdes escuras na parte de cima, tendendo para o cinza ou até mesmo esbranquiçadas na parte de baixo.

As suas flores nascem em cachos, são pequenas, brancas e com um aroma agradável. Os frutos (azeitonas) são constituídos por um caroço e por uma camada exterior comestível. Este fruto tem um alto teor em óleo de onde após alguns processos, é obtido o azeite de oliva.

As oliveiras são árvores seculares, durando muito, existem estudos que provam que as oliveiras que ainda se encontram no "Monte das Oliveiras" em Jerusalém, são contemporâneas de Cristo e até hoje continuam frutificando.

Até à data actual, biólogos e historiadores, tentam descobrir onde surgiram as oliveiras, não existe um consenso nisto, para uns ela teria surgido nas margens do Rio Nilo, para outros teria surgido na Pérsia, outros alegam que as oliveiras surgiram na Mesopotâmia, etc... não existe uma prova verdadeira do local de onde elas poderiam ter surgido, mas a grande verdade é que durante um grande período histórico, as oliveiras se espalharam pelo oriente e depois pelo ocidente, permanecendo no Mediterrâneo (Grécia), Península Ibérica (Portugal e Espanha) e países adjacentes (Itália e França), tendo frutificado também em Israel, Egipto, Tunísia, Turquia e Marrocos. Hoje a oliveira é plantada em diversos lugares do mundo, mas a produção mundial se concentra na Grécia, Portugal, Espanha, Itália, Tunísia, Turquia e Marrocos.

A região mediterrânea, actualmente, é responsável por 95% da produção mundial de azeite, favorecida pelas suas condições climáticas, propícias ao cultivo das oliveiras, com bastante sol e clima seco.

A azeitona após a colheita, é colocada em tanques ou outros vasilhames afim de ser misturada em sal, este processo serve para manter a azeitona sem se estragar.

Actualmente muitas pessoas já utilizam outros processos, como a colocação da azeitona em salmoura, (água e sal).

Pode ser colocado o sal que se pretender, quanto mais melhor, e por incrível que pareça o azeite nunca fica salgado. 

O azeite, é um alimento antigo, clássico da culinária contemporânea, regular na dieta mediterrânea e nos dias actuais presente em grande parte das cozinhas.

Além dos benefícios para a saúde, o azeite adiciona à comida um sabor e aroma peculiares.

Os gregos no período pré-cristão já produziam azeite de oliva através de um sistema a frio, onde eram usadas grandes pedras para esmagar as azeitonas e tanques para recolher o azeite.

O azeite de oliva pode ser usado tanto de forma fria (em saladas, complementos, puro, etc…), como de forma quente, em frituras, etc... Ao ser aquecido o azeite de oliva se expande, gerando um aproveitamento maior, podendo ser usado em menor quantidade do que outros óleos vegetais.

No Rabaçal existem dois lagares de azeite, como noutros tempos. A diferença é o processo de modernização, onde podemos ver a rapidez da produção e a qualidade do produto final, isto sem esquecer a preservação do ambiente.

Brevemente colocaremos a história dos lagares de azeite, contada pelos habitantes da aldeia.

O azeite é o suco da azeitona e o único óleo que pode ser consumido sem ser refinado. Para se extrair este líquido dourado, a azeitona passa por um processo de moagem.

Este processo de moagem antigamente era feito com uma nora que rodava com a pressão da água do rio, que fazia rodar as galgas (Pedras que esmagavam a azeitona), processo este que estava condicionado à época das chuvas, porque só nessa altura existia água suficiente para ter a força necessária para fazer rodar a nora. Na actualidade este processo é feito com motores e equipamentos eléctricos, o que facilita o processo.

A Convenção Internacional de Azeite, determinou que a denominação “Azeite de Oliva” seja dada somente ao óleo obtido da azeitona sem mistura com outros óleos.

Para ser extra virgem ele tem que ser extraído a frio, sem passar por qualquer aquecimento, a fim de manter intactos todos os constituintes bioativos que trazem benefícios para a saúde. O grau de acidez do extra virgem não deve ultrapassar 0,8%. Quanto menor a acidez, mais ácidos graxos, gorduras, monoinsaturadas ele contém. Para o consumo humano a acidez do azeite de oliva não deve ultrapassar 2%.

Os ácidos graxos monoinsaturados (principalmente o ácido oleico) são os compostos que trazem mais benefícios para o coração e aumentam o HDL, o bom colesterol. Como estas gorduras se oxidam facilmente, o prazo de validade do azeite não ultrapassa os 2 anos e ele deve ser sempre mantido em vidro escuro e longe do calor.

Antigamente o azeite era guardado em potes de barro e em pias de pedra, pequenos tanques feitos de pedra que eram esculpidos manualmente com um ponteiro e uma maceta.

Os tempos mudam e a evolução não para, nas ligações seguintes podemos ver os novos lagares de azeite do Rabaçal e os seus processos de produção:

  

                                Lagar - Agri-Rabaçal - Brevemente

Lagar Ouro do Sicó

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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